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Santuário celebra o Dia das Chagas de São Francisco, 17 de setembro

“Com Cristo crucificado, os estigmas”

Afresco na Basílica apresenta Chagas de São Francisco, pintura de Georg Kau, 1926

Acompanhando Frei Leão e Frei Rufino, entre agosto a setembro de 1224, Francisco esteve no Monte Alverne. Era seu lugar preferido para a meditação e o silêncio, era como seu eremitério. Estava em preparação para a Festa de São Miguel Arcanjo, tradição medieval. Em silêncio e sozinho, Francisco passava dias no Monte e recebia apenas Frei Leão que ele gostava de chamar irmão “cordeirinho” para levar-lhe algum alimento. Passava dias e noites, diante da cruz, adorando ao Nosso Senhor e pedindo em sua oração que pudesse sentir em sua carne, tanto quanto possível as dores da Paixão de seu Amado Jesus. Em grande recolhimento, contemplava e rezava, sentindo-se completamente transformado em Jesus.

Transfigurado pela adoração e contemplação, em setembro de 1224, Francisco recebeu os estigmas de Jesus. Um anjo com aparência de Serafim pairou em cima dele com os braços abertos e os pés juntos pregado numa cruz e imprimiu nele as chagas das mãos, dos pés e do lado direito do Senhor. A mesma ferida, a mesma dor… Francisco estava crucificado com seu Senhor.

Em sua grande humildade e santidade, procurou ocultar essa graça divina e cobria as mãos com o hábito e calçava sapatos com meias. Só algum tempo depois revelou o privilégio recebido a um irmão.

Muito além dos estigmas, Francisco foi imitação de Cristo em todas as suas ações, principalmente sentindo dores dos menos favorecidos. E isso acontece até hoje, quando roga a Deus por todos nós. Por isso, São Francisco de Assis, em Canindé, é o nosso São Francisco das Chagas.

(Cirano Alysson)

Em Canindé, o Dia das Chagas é celebrado no próximo sábado, dia 17 de setembro. Confira a programação:

– Missas na Basílica/Quadra da Gruta: 6h, 9h e 16h

– Procissão com o Painel de São Francisco às 18h e em seguida a Santa Missa em frente a Basílica.

(Percurso da procissão: Rua João Pinto Damasceno, Trav. Monsenhor Zezinho, Tabelião Facundo (à esquerda), Sitonio Monteiro, Paulino Barroso (barroso), Euclides Barroso (à esquerda), Tabelião Facundo (à direita), Trav. Severiano Martins, Joaquim Magalhães, Gervásio Martins e Basílica)

Fonte: Equipe de Comunicação de Mídias Digitais do Santuário.

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