Movimentos sociais participam do 21º Grito dos Excluídos/as em Canindé

A Pastoral Social, da Paróquia de São Francisco das Chagas, organizou mais uma vez o Grito dos Excluídos/as, em Canindé. O tema principal deste ano foi: “Que país é este, que mata gente, que a mídia mente e nos consome?”. E o lema: “Vida em primeiro lugar.”

Várias pastorais da Igreja católica e movimentos sociais percorreram as ruas da cidade levando vários apelos de conhecimento a população e as autoridades governamentais, para uma sociedade mais justa e digna, como saúde pública, crise da água, combate a corrupção, entre outros.

O movimento do Grito em Canindé, aconteceu com programação diferente, sendo antecipado para o dia 06 de setembro. As 15h, populares saíram de vários pontos da cidade, nos bairros: “S”, Monte e Alto do Moinho, em direção a Basílica de São Francisco, onde foi concluído com a missa da pátria, na Quadra da Gruta. Também foi apresentado reflexões sobre os vários temas do movimento, além da apresentação cultural das crianças do projeto Viva a Vida da Casa do Povo, da Paróquia. 

Veja algumas imagens do 21º Grito dos Excluídos/as, em Canindé:

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Conhecendo a história do movimento Grito dos Excluídos/as 

A proposta do Grito surgiu no Brasil no ano de 1994 e o 1º Grito dos Excluídos foi realizado em setembro de 1995, com o objetivo de aprofundar o tema da Campanha da Fraternidade do mesmo ano, que tinha como lema “Eras tu, Senhor”, e responder aos desafios levantados na 2ª Semana Social Brasileira, cujo tema era “Brasil, alternativas e protagonistas”. Em 1999 o Grito rompeu fronteiras e estendeu-se para as Américas.

O Grito dos Excluídos é uma manifestação popular carregada de simbolismo, é um espaço de animação e profecia, sempre aberto e plural de pessoas, grupos, entidades, igrejas e movimentos sociais comprometidos com as causas dos excluídos.

O Grito é uma descoberta, uma vez que agentes e lideranças apenas abrem um canal para que o Grito sufocado venha a público.

O Grito brota do chão e encontra em seus organizadores suficiente sensibilidade para dar-lhe forma e visibilidade. O Grito não tem um “dono”, não é da Igreja, do Sindicato, da Pastoral; não se caracteriza por discursos de lideranças, nem pela centralização dos seus atos; o ecumenismo é vivido na prática das lutas, pois entendemos que os momentos e celebrações ecumênicas são importantes para fortalecer o compromisso.

Fonte: Pastoral Social, Grito dos Excluídos/as, e Equipe de Comunicação do Site Santuário. Fotos: Equipe de Comunicação do Site Santuário.

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